quinta-feira, 3 de abril de 2008
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Coerência (?)
Ainda sobre uma das declarações “dele”, que li no G1 hoje (e certamente publicada em outras mídias): "Se meu salário é fruto da contrapartida do meu trabalho, não faz sentido receber sem trabalhar. Só posso ganhar sem trabalhar se estiver de férias ou doente”, creio que, por questão de coerência e bom-senso, este senhor deveria devolver aos cofres públicos todos os salários e benesses que vem recebendo ao longo desses seis longuíssimos anos. Afinal, “ele” tá trabalhando? Ou tem estado de férias e/ou doente por seis anos?
Ainda sobre "ele"
Transcrevo outro texto - também sem autorização - do Senador Antero Paes de Barros - num pronunciameno em 2005.
As indagações do ilustre político são oportunas, embora, a mim, nunca tenham acometido, de vez que, em nenhum momento, acreditei:
Qual o Lula verdadeiro e qual o Lula personagem?
Antero Paes de Barros - Senador da República - PSDB (MT) - 18/03/2005
(...)Outro assunto que eu gostaria de abordar é o comportamento do Presidente Lula. Eu estou preocupado com o Presidente. Não é o Lula que nós conhecemos, o Lula da Constituinte de 86, de tantas campanhas presidenciais.
Na última quarta-feira, em discurso na cidade de Coronel Freitas em Santa Catarina, o Lula disse o seguinte. Abre aspas:
“Nós temos consciência de que o exercício do mandato é muito temporário e o governante não pode nunca deixar de ser ele mesmo para se transformar no personagem governante porque, se assim o fizer, quando terminar o seu mandato, ele vai olhar para a frente, para trás e para os lados e vai se perguntar: “Onde estão todos aqueles meus companheiros que batiam nas minhas costas? Onde estão todos aqueles companheiros que eu pensei que estavam comigo quando eu estava no poder?”
Eu considero essa declaração reveladora do conflito de personalidade que hoje envolve o Presidente da República. Acho mesmo que ele precisa de um analista. O presidente deve procurar um analista, deitar no divã e abrir o seu coração, dizer o que vai no fundo de sua alma, para superar essa contradição que lhe perturba o espírito.
Sim, senhores senadores, porque existe um personagem mais forte, mais expressivo nesse país do que o Lula?
O Luis Ignácio da Silva, pernambucano de Caetés, filho da dona Lindu e do seu Aristides, há muito deixou de existir.
Desde a década de 70, quando entrou no movimento sindical, o Luís deu lugar ao Lula sindicalista, ao Lula presidente do Sindicato de Metalúrgicos, o Lula fundador do Partido dos Trabalhadores.
Em 82, quando disputou sua primeira eleição, o Lula passou a fazer parte do nome de Luiz Ignácio.
E é esse Lula que o Brasil aprendeu a admirar. O sindicalista destemido, que desafiou o regime militar, que promoveu greves contra o regime, que foi preso.
O Lula que percorreu o Brasil de Norte a Sul em defesa dos trabalhadores e dos oprimidos. O Lula que pregou reformas, que brigou pelos aumentos salariais, pela dignidade dos pobres.
O Lula que defendeu os aposentados e garantiu que os seus direitos seriam respeitados.
Este é o Lula que o Brasil conheceu e que eu também julgava conhecer. O Lula consagrado em todas as camadas da sociedade, que fez uma campanha eleitoral emocionante.
O Lula que prometeu mudar o país. Que prometeu romper com o FMI. Que prometeu dobrar o valor do salário-mínimo. Que prometeu não sacrificar o povo para o pagamento da dívida. O Lula que prometeu reduzir a taxa de juros e aumentar os investimentos.
Este era o Lula que o Brasil achava que conhecia.
E aí veio o Lula Presidente da República.
Avaliando os dois anos de governo Lula, senhores senadores, eu acho que o Brasil inteiro foi enganado. O Lula Presidente não é o Lula da campanha. Não é Lula sindicalista, das liberdades políticas, do resgate da dívida social, da independência econômica.
O Lula Presidente é muito diferente do Lula que o Brasil achava que conhecia.
E então eu pergunto. Qual é o Lula verdadeiro?
Qual é o Lula personagem?
Em qual dos Lulas a gente deve acreditar?
O personagem é o Lula que defendia os aposentados ou é o Lula Presidente que mandou para o Congresso uma reforma da previdência cortando os direitos dos aposentados e pensionistas?
O Lula personagem é aquele que combatia a corrupção? Ou é o Lula que aceitou as negociatas com as casas de bingo, que deu abrigo a Waldomiro Diniz no Palácio do Planalto e que deixa seu chefe da Casa Civil e seu ministro da Justiça manobrarem para que as investigações dêem em nada.
É o Lula anti-corrupção ou o Lula cujos amigos colocaram a Gtech num contrato milionário com a Caixa Econômica Federal?
O Lula que defendia as CPIs? Ou o Lula cujos líderes manobram no Congresso para impedir a CPI dos Bingos, a CPI do Waldomiro e a CPI das privatizações. Respondam-me: que é o personagem? Quem?
O personagem é o Lula que prometia a redução das taxas de juros, ou é o Lula que pôs o presidente do Bank Boston na presidência do Banco Central e apóia as decisões do Copom de aumentar as taxas de juros?
É o Lula que defendia os investimentos públicos em educação, saúde e infraestrutura? Ou o personagem é o Lula cujo governo destina bilhões ao pagamento dos juros e da dívida dos bancos, superando até mesmo os desembolsos da gestão de Pedro Malan e Gustavo Franco, que ele chamava de neo-liberais?
O Lula verdadeiro é o do governo em que os grandes bancos tem lucros recordes? É o Lula em que as crianças indígenas morrem e todos se calam?
É o Lula que manda para o Congresso a MP 232, arruinando o agronegócio, aumentando os impostos sobre os prestadores de serviços?
Qual o Lula verdadeiro, senhores senadores?
O que lutava pelas liberdades na ditadura e defendia a liberdade de imprensa? Ou o que propõe a censura à imprensa, o que quer atrelar a cultura aos interesses do estado, ou o Lula que completa dois anos de governo sem ter dado uma única entrevista coletiva?
Confesso, meus amigos. Eu não sei mais que é o personagem e quem é o homem Luiz Ignácio Lula da Silva. E acho que ele deve fazer o que disse no discurso em Santa Catarina. Deve fazer uma autocrítica, olhar para a frente, para trás e para os lados e se perguntar onde estão os companheiros.
Os companheiros de movimento sindical estão revoltados com o Lula personagem que acaba de mandar para o Congresso uma reforma que tira poderes das bases trabalhistas, reforça a posição da grande central sindical que apóia o seu governo.
Os companheiros de PT nem esperaram o final de governo para começar a debandar. A nossa senadora Heloisa Helena, o deputado Babá e a deputada Luciana Genro já deixaram o PT para fundar o PSOL.
Homens de letras e intelectuais que sempre acompanharam a trajetória de Lula foram por ele abandonados. Ou o estão abandonando, decepcionados com esse governo pequeno, de barganhas fisiológicas, de negociatas de varejo com personagens menores da vida política nacional.
O que diria o Lula sindicalista sobre essa reforma ministerial, que paralisou o País? Essa reforma que não procura a eficiência do governo, como ocorreria numa troca de gerentes na iniciativa privada. É uma reforma pequena, em que um ministro serve para qualquer cargo, por que busca acomodar políticos, já pensando na reeleição.
O presidente precisa de fato refletir sobre o personagem que criou e escolher.
Quem é o homem, quem é o personagem?
Se a autocrítica não der jeito, o presidente tem de procurar um psicanalista.
Porque do jeito que a coisa vai, ninguém entende.
Nem Freud explica.
Antero Paes de Barros - Senador da República - PSDB (MT) - 18/03/2005
Sociologia, Filosofia, Psicologia, Ensaios Críticos
As indagações do ilustre político são oportunas, embora, a mim, nunca tenham acometido, de vez que, em nenhum momento, acreditei:
Qual o Lula verdadeiro e qual o Lula personagem?
Antero Paes de Barros - Senador da República - PSDB (MT) - 18/03/2005
(...)Outro assunto que eu gostaria de abordar é o comportamento do Presidente Lula. Eu estou preocupado com o Presidente. Não é o Lula que nós conhecemos, o Lula da Constituinte de 86, de tantas campanhas presidenciais.
Na última quarta-feira, em discurso na cidade de Coronel Freitas em Santa Catarina, o Lula disse o seguinte. Abre aspas:
“Nós temos consciência de que o exercício do mandato é muito temporário e o governante não pode nunca deixar de ser ele mesmo para se transformar no personagem governante porque, se assim o fizer, quando terminar o seu mandato, ele vai olhar para a frente, para trás e para os lados e vai se perguntar: “Onde estão todos aqueles meus companheiros que batiam nas minhas costas? Onde estão todos aqueles companheiros que eu pensei que estavam comigo quando eu estava no poder?”
Eu considero essa declaração reveladora do conflito de personalidade que hoje envolve o Presidente da República. Acho mesmo que ele precisa de um analista. O presidente deve procurar um analista, deitar no divã e abrir o seu coração, dizer o que vai no fundo de sua alma, para superar essa contradição que lhe perturba o espírito.
Sim, senhores senadores, porque existe um personagem mais forte, mais expressivo nesse país do que o Lula?
O Luis Ignácio da Silva, pernambucano de Caetés, filho da dona Lindu e do seu Aristides, há muito deixou de existir.
Desde a década de 70, quando entrou no movimento sindical, o Luís deu lugar ao Lula sindicalista, ao Lula presidente do Sindicato de Metalúrgicos, o Lula fundador do Partido dos Trabalhadores.
Em 82, quando disputou sua primeira eleição, o Lula passou a fazer parte do nome de Luiz Ignácio.
E é esse Lula que o Brasil aprendeu a admirar. O sindicalista destemido, que desafiou o regime militar, que promoveu greves contra o regime, que foi preso.
O Lula que percorreu o Brasil de Norte a Sul em defesa dos trabalhadores e dos oprimidos. O Lula que pregou reformas, que brigou pelos aumentos salariais, pela dignidade dos pobres.
O Lula que defendeu os aposentados e garantiu que os seus direitos seriam respeitados.
Este é o Lula que o Brasil conheceu e que eu também julgava conhecer. O Lula consagrado em todas as camadas da sociedade, que fez uma campanha eleitoral emocionante.
O Lula que prometeu mudar o país. Que prometeu romper com o FMI. Que prometeu dobrar o valor do salário-mínimo. Que prometeu não sacrificar o povo para o pagamento da dívida. O Lula que prometeu reduzir a taxa de juros e aumentar os investimentos.
Este era o Lula que o Brasil achava que conhecia.
E aí veio o Lula Presidente da República.
Avaliando os dois anos de governo Lula, senhores senadores, eu acho que o Brasil inteiro foi enganado. O Lula Presidente não é o Lula da campanha. Não é Lula sindicalista, das liberdades políticas, do resgate da dívida social, da independência econômica.
O Lula Presidente é muito diferente do Lula que o Brasil achava que conhecia.
E então eu pergunto. Qual é o Lula verdadeiro?
Qual é o Lula personagem?
Em qual dos Lulas a gente deve acreditar?
O personagem é o Lula que defendia os aposentados ou é o Lula Presidente que mandou para o Congresso uma reforma da previdência cortando os direitos dos aposentados e pensionistas?
O Lula personagem é aquele que combatia a corrupção? Ou é o Lula que aceitou as negociatas com as casas de bingo, que deu abrigo a Waldomiro Diniz no Palácio do Planalto e que deixa seu chefe da Casa Civil e seu ministro da Justiça manobrarem para que as investigações dêem em nada.
É o Lula anti-corrupção ou o Lula cujos amigos colocaram a Gtech num contrato milionário com a Caixa Econômica Federal?
O Lula que defendia as CPIs? Ou o Lula cujos líderes manobram no Congresso para impedir a CPI dos Bingos, a CPI do Waldomiro e a CPI das privatizações. Respondam-me: que é o personagem? Quem?
O personagem é o Lula que prometia a redução das taxas de juros, ou é o Lula que pôs o presidente do Bank Boston na presidência do Banco Central e apóia as decisões do Copom de aumentar as taxas de juros?
É o Lula que defendia os investimentos públicos em educação, saúde e infraestrutura? Ou o personagem é o Lula cujo governo destina bilhões ao pagamento dos juros e da dívida dos bancos, superando até mesmo os desembolsos da gestão de Pedro Malan e Gustavo Franco, que ele chamava de neo-liberais?
O Lula verdadeiro é o do governo em que os grandes bancos tem lucros recordes? É o Lula em que as crianças indígenas morrem e todos se calam?
É o Lula que manda para o Congresso a MP 232, arruinando o agronegócio, aumentando os impostos sobre os prestadores de serviços?
Qual o Lula verdadeiro, senhores senadores?
O que lutava pelas liberdades na ditadura e defendia a liberdade de imprensa? Ou o que propõe a censura à imprensa, o que quer atrelar a cultura aos interesses do estado, ou o Lula que completa dois anos de governo sem ter dado uma única entrevista coletiva?
Confesso, meus amigos. Eu não sei mais que é o personagem e quem é o homem Luiz Ignácio Lula da Silva. E acho que ele deve fazer o que disse no discurso em Santa Catarina. Deve fazer uma autocrítica, olhar para a frente, para trás e para os lados e se perguntar onde estão os companheiros.
Os companheiros de movimento sindical estão revoltados com o Lula personagem que acaba de mandar para o Congresso uma reforma que tira poderes das bases trabalhistas, reforça a posição da grande central sindical que apóia o seu governo.
Os companheiros de PT nem esperaram o final de governo para começar a debandar. A nossa senadora Heloisa Helena, o deputado Babá e a deputada Luciana Genro já deixaram o PT para fundar o PSOL.
Homens de letras e intelectuais que sempre acompanharam a trajetória de Lula foram por ele abandonados. Ou o estão abandonando, decepcionados com esse governo pequeno, de barganhas fisiológicas, de negociatas de varejo com personagens menores da vida política nacional.
O que diria o Lula sindicalista sobre essa reforma ministerial, que paralisou o País? Essa reforma que não procura a eficiência do governo, como ocorreria numa troca de gerentes na iniciativa privada. É uma reforma pequena, em que um ministro serve para qualquer cargo, por que busca acomodar políticos, já pensando na reeleição.
O presidente precisa de fato refletir sobre o personagem que criou e escolher.
Quem é o homem, quem é o personagem?
Se a autocrítica não der jeito, o presidente tem de procurar um psicanalista.
Porque do jeito que a coisa vai, ninguém entende.
Nem Freud explica.
Antero Paes de Barros - Senador da República - PSDB (MT) - 18/03/2005
Sociologia, Filosofia, Psicologia, Ensaios Críticos
Perdoem-me os que ainda acreditam!
Talvez eu seja completamente imbecil, já que não consigo entender o que o povo brasileiro vê no atual e infelizmente reeleito, Presidente da República.
Por muito menos do que tudo que já vimos nestes 6 anos e que, infelizmente ainda veremos por mais 2, cidadãos (ou seriam “cidadãos”?) brasileiros pintaram suas caras (de pau) de verde-amarelo e exigiram e conseguiram a defenestração do Presidente naquela ocasião.
Na época em que era sindicalista – função que usou, com esperteza, para saciar seu ego - o Sr. Lula, por diversas vezes, paralisou as atividades industriais automobilísticas do ABC paulista, com o pretexto – justo por sinal – de melhorias salariais. E exigia dos empresários, como uma das condições de retorno ao trabalho, de pagamento integral dos dias não trabalhados. Estou falando besteira e cometendo um grande desatino, ou era assim mesmo?
Hoje, lendo no portal G1, da Globo, deparo-me com o seguinte pronunciamento do Sr. Presidente Lula e que transcrevo – embora sem licença de seu autor – abaixo. Será que estou doido!? Leiam:
02/04/2008 - 19h28 - Atualizado em 02/04/2008 - 19h48 Do G1
Diante de sindicalistas, Lula defende desconto de dias parados
Pronunciamento foi em celebração do reconhecimento de centrais sindicais. Lula disse que país precisa discutir a regulamentação das greves.
Fausto Carneiro Do G1, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira, diante de cerca de cem sindicalistas, o desconto dos dias parados em greves. O pronunciamento ocorreu durante a celebração da lei que reconhece as centrais sindicais.
"Se meu salário é fruto da contrapartida do meu trabalho, não faz sentido receber sem trabalhar. Só posso ganhar sem trabalhar se estiver de férias ou doente", declarou.
Lula criticou as paralisações prolongadas no setor público e disse ser preciso que o direito de greve seja regulamentado. "Muitas vezes, nos temas mais delicados, nós tentamos fugir da discussão."
O presidente defendeu uma "seqüência de conversas" com o meio sindical para discutir propostas para a legislação que regula o setor.
Por muito menos do que tudo que já vimos nestes 6 anos e que, infelizmente ainda veremos por mais 2, cidadãos (ou seriam “cidadãos”?) brasileiros pintaram suas caras (de pau) de verde-amarelo e exigiram e conseguiram a defenestração do Presidente naquela ocasião.
Na época em que era sindicalista – função que usou, com esperteza, para saciar seu ego - o Sr. Lula, por diversas vezes, paralisou as atividades industriais automobilísticas do ABC paulista, com o pretexto – justo por sinal – de melhorias salariais. E exigia dos empresários, como uma das condições de retorno ao trabalho, de pagamento integral dos dias não trabalhados. Estou falando besteira e cometendo um grande desatino, ou era assim mesmo?
Hoje, lendo no portal G1, da Globo, deparo-me com o seguinte pronunciamento do Sr. Presidente Lula e que transcrevo – embora sem licença de seu autor – abaixo. Será que estou doido!? Leiam:
02/04/2008 - 19h28 - Atualizado em 02/04/2008 - 19h48 Do G1
Diante de sindicalistas, Lula defende desconto de dias parados
Pronunciamento foi em celebração do reconhecimento de centrais sindicais. Lula disse que país precisa discutir a regulamentação das greves.
Fausto Carneiro Do G1, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira, diante de cerca de cem sindicalistas, o desconto dos dias parados em greves. O pronunciamento ocorreu durante a celebração da lei que reconhece as centrais sindicais.
"Se meu salário é fruto da contrapartida do meu trabalho, não faz sentido receber sem trabalhar. Só posso ganhar sem trabalhar se estiver de férias ou doente", declarou.
Lula criticou as paralisações prolongadas no setor público e disse ser preciso que o direito de greve seja regulamentado. "Muitas vezes, nos temas mais delicados, nós tentamos fugir da discussão."
O presidente defendeu uma "seqüência de conversas" com o meio sindical para discutir propostas para a legislação que regula o setor.
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