Por muito menos do que tudo que já vimos nestes 6 anos e que, infelizmente ainda veremos por mais 2, cidadãos (ou seriam “cidadãos”?) brasileiros pintaram suas caras (de pau) de verde-amarelo e exigiram e conseguiram a defenestração do Presidente naquela ocasião.
Na época em que era sindicalista – função que usou, com esperteza, para saciar seu ego - o Sr. Lula, por diversas vezes, paralisou as atividades industriais automobilísticas do ABC paulista, com o pretexto – justo por sinal – de melhorias salariais. E exigia dos empresários, como uma das condições de retorno ao trabalho, de pagamento integral dos dias não trabalhados. Estou falando besteira e cometendo um grande desatino, ou era assim mesmo?
Hoje, lendo no portal G1, da Globo, deparo-me com o seguinte pronunciamento do Sr. Presidente Lula e que transcrevo – embora sem licença de seu autor – abaixo. Será que estou doido!? Leiam:
02/04/2008 - 19h28 - Atualizado em 02/04/2008 - 19h48 Do G1
Diante de sindicalistas, Lula defende desconto de dias parados
Pronunciamento foi em celebração do reconhecimento de centrais sindicais. Lula disse que país precisa discutir a regulamentação das greves.
Fausto Carneiro Do G1, em Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira, diante de cerca de cem sindicalistas, o desconto dos dias parados em greves. O pronunciamento ocorreu durante a celebração da lei que reconhece as centrais sindicais.
"Se meu salário é fruto da contrapartida do meu trabalho, não faz sentido receber sem trabalhar. Só posso ganhar sem trabalhar se estiver de férias ou doente", declarou.
Lula criticou as paralisações prolongadas no setor público e disse ser preciso que o direito de greve seja regulamentado. "Muitas vezes, nos temas mais delicados, nós tentamos fugir da discussão."
O presidente defendeu uma "seqüência de conversas" com o meio sindical para discutir propostas para a legislação que regula o setor.

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